sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Você é Gay mesmo??

Buenas amorecos!
Pra começar hoje escolhi um relato bem brando, relato de um atendimento que realizei a bastante tempo mas que nem por isso deixa de ser interessante...
Certo dia fui convocada a fazer um atendimento acompanhando um cliente em um piquenique, como era costume na família dele esse evento acontecia anualmente e o mesmo era gay mas nunca revelara a ninguém da família sua opção sexual.Conversamos durante uma semana por telefone e só ai marcamos de nos encontrar. Passamos horas a fio conversando no primeiro encontro, fomos a um restaurante tranquilo e lindinho aonde pudéssemos ficar a vontade sem sermos incomodados. O Guilherme (nome fictício) é
um homem muito educado e atencioso, como todos os homossexuais são... ;)
Me revelou que nunca tinha namorado/ ficado com uma mulher.Havia beijado, uma vez, mas percebeu que essa não era sua praia. Que tinha se relacionado com vários homens  mas que ainda não tinha encontrado a pessoa certa. Ele me elogiou bastante e disse que minha companhia era muito agradável, que não queria que eu agisse com ele mecanicamente, "trabalhando". Fiquei ouvindo mas algo me inquietava e comecei a perceber que ele estava perdido em meio a tudo aquilo, todas as experiências...  Marcamos a data, combinamos valores e tudo o que fosse necessário. após isso nos despedimos cordialmente.
Guilherme ele era alto uns 2 metros de altura, magro e com feições que lembravam um italiano. No dia combinado esta eu lá: de vestido comportado, leve, cabelos soltos e ar de "boa moça que fala - sim senhora" kkkk. Estávamos bem descontraídos e todos estavam se divertindo até que uma das meninas presentes teve a ideia de brincar do famoso jogo “verdade ou conseqüência” e começamos a entrar na brincadeira, todos estavam bebendo e estávamos meio  alterados. Brincadeira vai, brincadeira vem e a minha conseqüência foi beijar o Rani (nome fictício) e percebi que o Guilherme tinha ficado meio estranho e depois disso me evitou a tarde inteira, quando estávamos voltando eu perguntei se tinha acontecido alguma coisa e o porque de ele estar frio comigo e ele disse que não era nada mas eu insisti e ele finalmente falou:
- Eu também não sei o que aconteceu mas tenho um sentimento por você que eu ainda não consegui decifrar e quando eu vi você beijando o Rani eu fiquei com ciúmes e não soube como lidar!
Eu fiquei sem reação e fui embora, ficamos 2 semanas sem nos falar quando de repente a “janelinha” do msn subiu e era ele falando comigo:
- Oi :D o que vc está fazendo? Estou com saudades e queria te ver, a gente não se fala desde aquele dia e a sua amizade é muito importante pra mim, não queria que  ficasse um clima chato entre nós.
Eu respondi e conversamos por um tempo sobre o evento, sem levar em relevância o evento do "beijo" e então ele me convidou a ir na casa dele. Sairmos para tomar um açaí, chegando lá ele pediu que subisse porque ele ainda não estava pronto, quando ele abriu a porta estava só de toalha e eu lógico já fiquei super exitada. Até que ele me disse:
- Acabei de sair do banho.
Eu disse que esperaria por ele na sala e então ele se dirigiu ao quarto, um tempo depois ele me chamou ao quarto e disse que tinha uma surpresa pra mim. Quando cheguei lá  tinham bombons na cama, velas e pétalas de rosa espalhadas pelo quarto, ele tinha escrito uma carta pra mim dizendo tudo o que sentia e que não tinha coragem de  dizer pessoalmente, quando me dei por mim ele já estava me beijando e estávamos deitados na cama enquanto acariciava meus seios.
De repente o garoto travou. Se sentou na cama e ficou vermelho, acho que tinha caído em si.
Fiquei sem saber o que fazer, me sentei ao seu lado e perguntei se estava tudo bem, ele balançou a cabeça confirmando. Perguntei se queria conversar. Por alguns segundos ele permaneceu calado mas depois falou:
- Eu não sei o que está acontecendo comigo. Eu nunca senti atração por nenhuma mulher, poderia ser a mulher que fosse. Mas você tem algo que me atrai, que me chama atenção, que me chama para você...Eu não sei o que vai acontecer comigo se eu transar com você! Estou assustado, nunca transei com uma mulher antes.
Fiquei pasma. O que dizer? O que fazer?
Ele disse que sonhava com toda aquela situação já havia algum tempo, quando olhei pra ele vi que estava nu e com seu pênis ereto e como era grande (acho que pelo fato  de ele ter 2 metros de altura já era de se esperar uma coisa grande) fiquei olhando a pica daquele tamanho... Olhei para Guilerme e disse que so iria acontecer o que ele quisesse. De repente ele veio por cima de mim, era forte e ficava repetindo:
- Eu não entendo porque eu quero fazer isso, estou louco pra fazer isso com você! Quero muito mas prometo que vou fazer devagarzinho e com calma.
E eu repetia que eu  estava doida para que aquilo acontecesse mas não sabia como lidar.
Ele começou a beijar meu pescoço enquanto apertava com firmeza meus seios, descendo para os meus
peitos que já estavam nus pois o gato já havia desabotoado minha blusa.. Começou a chupa-los com vigor enquanto eu pegava naquela rola enorme e fazia movimentos de vem
e vai com a mão, ele então pediu para que eu o chupasse e com toda a vontade que eu estava coloquei a minha boca naquele monstro torto pra esquerda e cheio de nervos,
comecei devagar mas com o passar do tempo fui me empolgando, foi ai que ele disse:
- Mulher chupa diferente de homem. Com homem é mais preciso, ele vai no lugar certo. Mas com você é suave, sensual. Sua boca é tão quente, você chupa com vontade...
Ele então me deitou em sua cama e tirou a minha calça e arrumou sua feramenta imensa em minha direção, coloquei as mãos na entrada da vagina e abri os gandes lábio.
Ele me olhou com surpresa e eu ofereci minha buceta pra ele provar. E então ele revelou:
- Não acho que seja uma boa ideia, nunca chupei e posso te machucar.
Não o pressionei. Somente o puxei para mim, mas Guilherme se assustou e disse que estava achando muito estranho, que não iria conseguir. E eu ofereci:
- Quer que eu te chupe mais?
Ele me olhou e aquele olhar disse tudo:
Cai de boca naquela tora novamente, chupei bastante até que ele mesmo disse:
- Você cuida de tudo? Se doer você para?
Eu consenti com a cabeça. Me aproximei e acariciei seus cabelos, contornando seu pescoço com as mãos e o deitando na cama. Em seguida arrumei seu caralho e sentei devagar. Senti que ele apertava meus braços enquanto falava:
- Como é apertado, hai que gostoso, que buraco gostoso!!!
Comecei cavalgar devagar e quando dei por mim o gostoso do guilherme estava me erquendo, me fazendo quicar mais rápido na sua pica.
Ele não conseguiu se segurar, estava gostoso naquela posição mas o rapaz queria mais, agora sim ele sabia o que queria: bombar na minha buceta.
Com um impulso rápido me virou de costas para cama e me colocou deitada. Logo em seguida ele abriu as minhas pernas usando um pouco de sua força. Ficou parado por alguns segundos segurando a pica pela base, balançando aquele membro rígido e viril. Em seguida começou a empurrar aquele monstro pela minha vagina, eu comecei a gritar um pouco até que ele finalmente conseguiu enfiar aquele tronco dentro de mim, ele fazia movimentos fortes e eu me debatendo na cama, era um misto de dor e prazer. Ele continuava a me bombear sem dó até que ele viu o fogo se espalhando pelo quarto (alguma das velas deve ter caído espalhando a chama) e então levantamos desesperados mas minha roupa já havia queimado e não tivemos tempo de nos vestir, corremos para a cozinha nus e enchemos tudo o que encontramos de água: panelas, bacias, baldes... Eu passava os baldes enquanto ele apagava o fogo. Ficamos exaustos e sujos da fuligem e
carvão. Rimos muito, e fomos tomar banho juntos. A essa altura o Guilherme já tinha perdido a vergonha me colocando de quatro no chão e me comendo com vontade. Chupei seu pau várias vezes ainda e ele gozou muito na minha boca, no meu rosto, na minha xana... Deixei o rapaizinho destruído, kkkk
Mas valeu a pena, namoramos durante 1 ano. Só não deu certo porque ele não concordava com meu emprego na época e era muito ciumento. Mas no demais era um homem maravilhoso.
Espero que tenham gostado meus amores.
Bjitos da sua

Michelle Gennon

sábado, 4 de fevereiro de 2012

O Que é Fetichismo?


É o desvio do interesse sexual para algumas partes do corpo do parceiro, para alguma função fisiológica, para cenários ou locais inusitados, para fantasias de simulação (empregada doméstica, mecânico, secretária) ou para peças de vestuário, adorno etc.
No fetichismo, o meio preferido ou único de atingir satisfação sexual é manipulando e/ou observando objectos, não animados, intimamente associados ao corpo humano (por exemplo.roupa interior) ou peças de vestuário feitas de borracha, cabedal ou seda, para mencionar apenas os mais comuns. A actividade sexual pode dirigir-se ao fetiche (masturbação enquanto beija, esfrega, cheira o objecto do fetiche) ou o fetiche pode ser incorporado na relação sexual, pedindo por ex. ao parceiro que use sapatos de salto alto ou botas de cabedal. Há também a satisfação sexual buscada nas interpretações sexuais, onde a parceira comporta-se como secretária, adolescente, e o homem como um policial, um bombeiro, um mecânico de oficina, etc.


O Que é Podolatria?

É um tipo particular de parafilia cujo desejo se concentra nos pés. Em Portugal e no Brasil, um fetichista de pés é normalmente reconhecido pela expressão podólatra. São atos comuns que levam o podólatra a ter excitação e prazer sexual exclusivamente com o ato de ver, tocar com as mãos, lamber, cheirar, beijar ou massagear os pés de outra pessoa, entre muitos outros; muito raramente um fetichista pode ainda ter prazer quando os próprios pés são objeto dessas ações. Quando, porém, o culto aos pés é um elemento erótico da relação, fazendo parte das preliminares de uma relação sexual, por exemplo, é considerado apenas um fetiche.

Propostas Indecentes ...

Besteirinhas no msn ...

** O menino me fala no msn que, se saísse comigo, seria sem o cachê. E que este seria o meu dia de sorte. Gostei, vou tentar uma argumentação parecida com a minha massagista, vai que 'cole' e eu economizo uma boa grana por mes. ela não deveria me cobrar pra fazer massagem, afinal de contas, sou linda, perfumada, inteligente e ainda dou sorte. Ela que viva da boa sorte que terá se me massagear, rsrs... Cada uma!! hehehe....

** Um outro, mais sensível, me liga e conta que é músico... me oferece tocar 3 músicas, em troca do programa, pois não tem condições de arcar com meu 'presentinho' . Simpatizei com ele, sem dúvida, foi uma proposta inusitada e ousada rs. Se continuar tentando, provavelmente dia desses vai ser bem sucedido com alguma menina mais... romântica rs. Boa sorte pra ele ! De coração.


As Prostitutas na História

.. de Deusas  a escória da Humanidade 

A prostituição já foi uma ocupação respeitada e associada a poderes sagrados. Mas, com o surgimento da sociedade patriarcal, a independência sexual e econômica das mulheres restringiu-se e as meretrizes passaram a ser mal-vistas.
Por PATRÍCIA PEREIRA em UOL-Leituras da História

Que a prostituição é popularmente conhecida como a profissão "mais antiga do mundo", 
todos sabem. E, desde que o mundo é dito civilizado, sempre houve prostitutas pobres e prostitutas de elite. O lado desconhecido dessa história é que a imagem a respeito delas nem sempre foi a que temos atualmente. As meretrizes já foram admiradas pela inteligência e cultura, e também já foram associadas a deusas - manter relações sexuais com elas era necessário para conseguir poder e respeito. As "mulheres da vida" sempre tiveram um lugar na História, mas, ao longo dos anos, seu status passou de respeitável à condenável. Maria Regina Cândido, professora de graduação e de pós-graduação em História, e coordenadora do Núcleo de Estudos da Antiguidade (NEA), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), explica que a conotação de ser ou não bem-vista pela sociedade é um olhar de nosso tempo sobre as prostitutas. "Na antiguidade, elas tinham seu lugar social bem definido. Era uma sociedade que determinava a posição de cada um, que precisava cumprir bem o seu papel em seu espaço e não migrar de função", diz Maria Regina.
Lá atrás, no período da pré-história, a mulher era associada à Grande Deusa, criadora da força da vida, e estava no centro das atividades sociais, explica Nickie Roberts, no livro As Prostitutas na História. Com tal poder, ela controlava sua sexualidade. Nessas sociedades pré-históricas, cultura, religião e sexualidade estavam interligadas, tendo como fonte a Grande Deusa, conhecida inicialmente como Inanna e mais tarde como Ishtar. Os homens, ignorantes de seu papel na procriação, não eram obsessivos pela paternidade. Foi essa preocupação com a prole que, mais tarde, levou ao surgimento das sociedades patriarcais, com a submissão da mulher.Por volta de 3.000 a.C., tribos nômades passaram a criar gado e tornaram-se 
conscientes do papel masculino na reprodução. As sociedades matriarcais da deusa começaram a ser subjugadas. As primeiras civilizações da era histórica desenvolveram-se na Mesopotâmia e no Egito, e nasceram desse levante. Novas formas de casamento foram introduzidas, especificamente destinadas a controlar a sexualidade das mulheres, afirma a escritora. "Foi nesse momento da história humana, em torno do segundo milênio a.C., que a instituição da prostituição sagrada tornou-se visível e foi registrada pela primeira vez na escrita", explica Nickie.


As Primeiras Prostututas da História
As grandes cidades da Mesopotâmia e do Egito continuaram centralizadas nos templos da Grande Deusa. As sacerdotisas dos templos, que participavam de rituais sexuais religiosos, ao mesmo tempo mulheres sagradas e meretrizes, foram as primeiras prostitutas da História, conta Nickie Roberts. O status dessas 
mulheres era elevado. Os reis precisavam buscar a benção da deusa, por meio do sexo ritual com as sacerdotisas, para legitimar seu poder. "Nessa época, as prostitutas do mais alto escalão do templo eram, por direito nato, agentes poderosas e prestigiadas; não eram as meras vítimas oprimidas dos homens, tão 
protegidas pelas feministas modernas", escreve Nickie Roberts. A Suméria criou a segregação feminina ao colocar em lados opostos a esposa obediente e a prostituta má. Julio Gralha, professor do NEA/UERJ, lembra que a visão sobre as prostitutas da época é  pouco documentada de forma escrita, mas pode ser inferida pelas imagens das iconografias. "Pela análise da iconografia, a prostituta existia no Egito e atuava
de forma remunerada. Há contos iconográficos, cômicos, em que a prostituta é vista como poderosa, o 
homem não agüenta. Como aparecem o colar e outros símbolos ligados à deusa, elas são vistas como protegidas. A prostituição não era algo repulsivo ou condenado pela religião", diz Gralha.

Um Negócio Organizado na Grécia
Com o passar do tempo, a independência sexual e econômica da prostituta tornou-se uma ameaça à autoridade patriarcal. Por isso, a religião da deusa foi combatida pelos sacerdotes hebreus e, aos poucos, suprimida. Os rituais sexuais viraram pecados graves e as sacerdotisas, pecadoras. "As principais religiões patriarcais que se seguiram - o cristianismo e o islamismo - reconheceram o impacto devastador do estigma da prostituta na divisão e regulamentação das mulheres", explica Nickie Roberts. A Grécia antiga foi uma típica sociedade patriarcal. As mulheres não podiam participar da  vida política e social. No entanto, como aconteceu a todas as sociedades antigas, os primeiros habitantes da Grécia foram povos adoradores da deusa, afirma Nickie. Os deuses masculinos só vieram mais tarde, por volta de 2.000 a.C., com os invasores indo-europeus. As duas culturas fundiram-se e produziram o híbrido que chegou até nós. Basta lembrar que Zeus, divindade suprema indo-européia, casou-se com Hera, poderosa deusa sobrevivente do culto anterior. A negação total do poder da mulher na sociedade grega é decorrente do governo de uma série de ditadores homens. Sólon, que governou Atenas na virada do século VI a. C., foi o principal deles, tendo institucionalizado os papéis das mulheres na sociedade grega. 

Passaram a existir as "boas mulheres", submissas - e as outras
Foi também Sólon quem, percebendo os lucros obtidos pelas prostitutas - tanto as comerciais quanto as sagradas -, organizou o negócio, criando bordéis oficiais, administrados pelo Estado. Neles, havia grande exploração das mulheres, que eram praticamente escravas. Junto com os bordéis oficiais, muitas meretrizes 
independentes exerciam o seu comércio, apesar da legislação de Sólon. "Pela primeira vez na História, as mulheres estavam sendo cafetinadas - oficialmente. (...) Assim, de mãos dadas, nasceram a cafetinagem 
estatal e privada", afirma Nickie.Maria Regina Cândido, historiadora da UERJ, lembra que foi a pressão sobre a terra, com o grande aumento da população grega, que levou Sólon a criar os primeiros bordéis. Isso porque ele trouxe para a região estrangeiros ceramistas, com o intuito de ensinar à população excedente uma nova atividade, já que a agricultura não absorvia mais a todos. "Para que os estrangeiros não molestassem as esposas e filhas de cidadãos gregos, ele criou um espaço de prostituição oficial na periferia da cidade, os bordéis", explica a coordenadora do NEA. 
Segundo Maria Regina, as prostitutas ficavam em frente ao cemitério, na região do cerâmico, onde estavam instaladas as oficinas dos ceramistas, e também na região do Porto do Pireu, onde eram chamadas de pornes, daí vem a palavra pornografia. As prostitutas dos bordéis eram estrangeiras, trazidas para a Grécia exclusivamente para cumprir esse papel. Mas muitas mulheres gregas, depois de casamentos desfeitos 
por suspeita de traição ou outros desvios de comportamento, não viam outro caminho a não ser prostituir-se. Essas, estigmatizadas, juntavam-se às estrangeiras nos bordéis oficiais.
As prostitutas do templo de Afrodite deixaram de ser vistas como sacerdotisas e viraram escravas. Muitas prostitutas eram cultas e instruídas, e cumpriam o papel de entreter os líderes  daquela sociedade. Cobravam alto preço por sua companhia e podiam ou não ceder aos desejos sexuais do cliente. São as hetairae, amantes e musas dos maiores poetas, artistas e estadistas gregos, explica Maria Regina. "As hetairae  conduziam seus negócios abertamente em Atenas, trabalhando independentemente  tanto dos bordéis do Estado quanto dos templos", diz Nickie. A prostituição sagrada também sobreviveu, embora timidamente, durante o período da Grécia clássica. Havia templos em toda a Grécia, especialmente em Corinto - dedicado à deusa Afrodite. As prostitutas do templo não mais eram vistas como sacerdotisas, 
eram tecnicamente escravas. Mas, por serem consideradas criadas da deusa, mantinham a aura de sacralidade e eram homenageadas pelos clientes. "Demóstenes pagava caro por essas prostitutas. Ele ia de Atenas até Corinto só para ter relações sexuais com elas", diz Maria Regina.

Livres no Império Romano 
Roma foi diferente da Grécia. Até o início da República, a prostituição não era tão disseminada no território romano. "Roma ainda era muito provinciana, fechada", explica Ronald Wilson Marques Rosa, historiador e pesquisador do NEA/UERJ. A prostituição apenas se difundiu com a expansão militar do império romano e a conquista de escravos. Antes desta expansão, há indícios de que entre os primeiros romanos, que eram 
povos agrícolas, existia a antiga religião da deusa, diz Nickie Roberts. Ela também afirma que, em tempos posteriores, a prostituição religiosa estava ligada à adoração da deusa Vênus, que era considerada protetora das prostitutas.Após a expansão militar e territorial, "os escravos eram os prostitutos, tanto 
homens quanto mulheres. E não havia estigmatização, não era algo mal-visto. Era normal o uso comercial do escravo para a prostituição. E, muitas vezes, eles usavam esse dinheiro para conseguir a liberdade", diz Ronald Rosa. De acordo com Nickie, Roma foi uma sociedade sexualmente muito permissiva. "Eles escarneciam de qualquer noção de convenção moral ou sexual e desviavam-se de toda norma que houvesse sido inventada até então", afirma. A grande expansão urbana favoreceu o crescimento da prostituição. A vida era barata, e o sexo, mais barato ainda, diz a autora. Prostituição, adultério e incesto permearam a vida de muitos imperadores romanos.
"Falando de modo geral, a prostituição na antiga Roma era uma profissão natural, aceita, sem nenhuma vergonha associada a essas mulheres trabalhadoras", comenta Nickie. A vida permissiva levava mulheres a rejeitar o casamento, a ponto de o imperador Augusto estabelecer multas para as moças solteiras da aristocracia em idade casadoira. Muitas se registraram como prostitutas para escapar da obrigação. O 
sucessor de Augusto, Tibério, proibiu as mulheres da classe dominante de trabalhar como prostitutas.
Diferente da Grécia, os romanos não possuíam e nem operavam bordéis estatais, mas foram os primeiros a criar um sistema de registro estatal das prostitutas de classe baixa. Isso resultou na divisão das prostitutas em duas classes, explica Nickie: as meretrices, registradas, e as prostibulae (fonte da palavra prostituta), não registradas. A maior parte não se registrava, preferia correr o risco de ser pega pela fiscalização, 
que era escassa.


Condenadas na Idade Média
Com o declínio do Império Romano, começou a Idade Média. Os invasores, guerreiros bárbaros, organizam a vida não mais em grandes cidades e sim em aldeias agrícolas, que não favoreciam a prostituição como a vida urbana. "As artes civilizadas do amor, do prazer e do conhecimento - o erótico e os demais - desapareceram durante a Idade das Trevas. (...) a antiga tradição de uma sensualidade feminina orgulhosa e 
exaltadora desapareceu para sempre", afirma Nickie Roberts. A igreja cristã perpetua-se e reprime a sexualidade feminina, ao censurar a prostituição. Apesar de condenada, a prostituição foi tolerada pela igreja, que a considerou "uma espécie de dreno, existindo para eliminar o efluente sexual que impedia os homens de elevar-se ao patamar do seu Deus", explica Nickie. A igreja condenava todo relacionamento sexual, mas aceitava a existência da prostituição como um mal necessário. De acordo com Jacques Rossiaud, autor de A Prostituição na Idade Média, "pode-se afirmar, sem receio de erro, que não existia cidade de certa importância sem bordel". Havia bordéis públicos, pequenos bordéis privados e também casas de tolerância - os banhos públicos. Além disso, continuavam a existir as prostitutas que trabalhavam 
nas ruas. Em tese, o acesso aos prostíbulos públicos era proibido para homens casados e padres, mas eles encontravam meios de burlar a legislação. Rossiaud escreve que as prostitutas não eram marginais na cidade, mas desempenhavam uma função. Nem eram objeto de repulsão social, podendo, inclusive, ser aceitas na sociedade e casar-se depois que deixassem a vida de prostituta. A liberdade sexual só era tolerada para os homens. As mulheres casadas e suas filhas, de boa família, deviam temer a desonra. Mas, de acordo com Rossiaud, essa liberdade masculina não sobreviveu à "crise do Renascimento". Houve uma progressiva rejeição da prostituição, que revelava nas comunidades urbanas a precariedade da condição feminina. "Lentamente, a mulher conquistou uma parte do espaço cívico, adquiriu uma identidade própria, tornou-se menos vulnerável", explica Rossiaud. E houve uma revalorização do casal. Prostituição e violência aparecem pela primeira vez associadas, devido a brigas, disputas e assassinatos nos locais públicos. Autoridades municipais, apoiadas pela Igreja, passaram a coibir a prostituição que, a partir de então, "aparecia como um flagelo social gerador de problemas e de punições divinas", afirma Rossiaud. Um após 
outro, os bordéis públicos foram desaparecendo. "A prostituição não desapareceu com eles, mas tornou-se mais cara, mais perigosa, urdida de relações vergonhosas", diz Rossiaud. Para o autor, foi o "duplo espelho deformante do absolutismo monárquico e da Contra-Reforma" que fizeram parecer "decadência escandalosa o que era apenas uma dimensão fundamental da  sociedade medieval."


Uma Patologia Para a Modernidade 
Na modernidade, segundo Margareth Rago, professora titular do departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e autora de "Os Prazeres da Noite", a prostituição ganhou feições diferenciadas. Isso porque as mulheres conquistam maior visibilidade e atuação na sociedade. Surgiram novas formas de sociabilidade e de relações de gênero, com a criação de fábricas, escolas e locais de lazer e consumo. "Foram outros modos de vida, nos quais a mulher vai ter maior participação", diz Margareth.
Apesar da modernização dos costumes, a sociedade ainda é conservadora em relação às prostitutas
Nesse contexto, nasceu o feminismo e a mulher reivindicou o direito de trabalhar e de estudar. O discurso sobre a prostituição ficou forte nesse período e virou debate médico e jurista. "Há um uso, não consciente, da prostituição para dizer que mulher direita não fuma, não sai de casa sozinha, não assobia na rua, não goza. O médico vai dizer que a mulher não tem muito prazer sexual, ela tem desejo de ser mãe. Já o homem tem e, por isso, precisa da prostituta", afirma Margareth. De acordo com Margareth, é nessa época que as prostitutas passam a ser condenadas como anormais, patológicas, sem-vergonhas; uma sub-raça incapaz 
de cidadania. E a justificativa vai vir de teorias médico-científicas. "O que acontece é que a medicina do século XVIII usa os argumentos misógenos de Santo Agostinho e de São Paulo, e fundamenta cientificamente o preconceito contra a prostituta", explica Margareth. "Diz que a prostituta é um esgoto seminal, uma mulher que não evoluiu suficientemente. São pessoas que têm o cérebro um pouco diferente, o quadril mais largo, os dedos mais curtos. Criam toda uma tipologia", diz Margareth. Para a autora de "Os Prazeres da Noite", podemos diferenciar a imagem que se construiu da prostituta na modernidade para a visão que temos dela hoje em dia: "Nos últimos 40 anos, mudou muito. O sexo está deixando de ser patológico, de estigmatizar o que pode e o que não pode. Não sei se acontecem mais coisas na cama 
de casados ou de uma prostituta. ""A revolução sexual transformou os costumes. Mas a sociedade 
ainda é conservadora e há forte preconceito contra essas mulheres", diz Margareth.


REFERÊNCIAS  

ROSSIAUD, Jacques. A Prostituição na Idade Média. Rio de Janeiro: Paz e 
Terra, 1991. 224 pág. 
RAGO, Margareth. Os Prazeres da Noite: prostituição e códigos da sexualidade 
feminina em São Paulo (1890-1930). São Paulo: Paz e Terra, 2008. 360 pág.

Homens: Aprendam a Mudar o Gosto do Seu Sêmen

O sêmen é um meio alcalino, que deveria se assemelhar ao gosto de um leite de magnésia, justamente para combater o meio ácido que é a flora vaginal. Quando o sêmen se torna ácido, ao entrar em contato com as papilas da língua, se torna desagradável ao paladar, fazendo com que a parceira, no caso, trave a garganta para não dar ânsia de vômito. Entenderam o porque que algumas cospem ao invés de engolir?

Alimentos com base alcalina como carnes e peixes, podem produzir um sêmen com gosto muito mais amanteigado ou até mesmo com gosto de peixe. O consumo de frutas não ácidas, doces e bebidas alcoólicas de boa qualidade, podem melhor o gosto do sêmen, dando a ele um sabor adocicado.

Existem no mundo do mercado erótico produtos que prometem acabar com esse gosto ruim! Um deles é o Sweet Secretions que proporciona uma ejaculação sem gosto. Promete tirar o gosto salgado e acido do sêmen, deixando apenas o doce em evidência. Mas lembre-se: Higiene também é um ponto forte e deve ser cuidada com zelo.

Sexo Oral: Hoje se sabe que o vírus HIV não sobrevive ao contato com o suco gástrico presente na primeira porção do estômago. A forma mais comprovada de contágio sexual está no ato em si ( penetração ) sem camisinha. Pode-se também numa relação sexual sem camisinha, transmitir ou pegar muitas outras doenças que são de conhecimento de todos.

Lembre-se: Não deve-se jamais por a boca em um pênis ou vagina com feridas ou mal cheiro. Também nunca brinque na "portinha" sem camisinha.


Beijinhos da sua


Michelle Gennon

Brinquedinhos Para Adultos

Alguns dos brinquedinhos que posso utilizar em nossas brincadeiras: